Upcycled Embroidered Lavender Bags

picking lavendermaking lavender bags with kidsmaking lavender bags with kids

16/100

[scroll down for English]

Muitos dos bordados antigos neozelandeses que compro nas lojas de caridade estão em mau estado: têm rasgões, partes desfeitas ou nódoas impossíveis de tirar. Esses panos são candidatos ideais para serem cortados e transformados em saquinhos de alfazema.

Acho que nunca me cansarei de fazer estes pequenos sacos. São tão fáceis, tão rápidos e tão úteis, a meu ver. São também presentes simpáticos para todo o tipo de pessoas. Afinal, quem não gosta de ter a roupa a cheirar a alfazema?

Neste nosso jardim temos muitos arbustos de alfazema e este ano a colheita foi feita com os meus pequenos ajudantes. Umas semanas mais tarde, quando a alfazema já estava seca, também quiseram participar no processo de encher os saquinhos.

Gosto de pensar na viagem destes pequenos objectos. Bordados à mão há uma série de anos, agora estão a ser postos de novo a uso pela nova geração. Pensar nisto faz-me feliz!

***

Some of the vintage embroidered linens I buy in charity shops are in bad condition: they’ve got tears, parts of the embroidered motifs have become unstitched or they’ve got stains that are impossible to remove. Those linens make the best candidates for upcycling — I especially enjoy cutting them and turning them into lavender sachets.

I don’t think I’ll ever get tired of making these little scented bags. They’re so easy and quick to make, so useful and satisfying. They also make lovely gifts for all sorts of people. I mean, who doesn’t enjoy having their clothes smelling of lavender?

In our garden we’ve got several lavender bushes and this year my little helpers participated in the harvest. A few weeks later, once the lavender had dried, they also insisted on helping me fill up the little sachets. 

I love thinking about the journey of these small objects. Embroidered by hand so many years ago, they’re now being put to use again by the new generation. This makes me genuinely happy!

Por Aqui :: Around Here

Por aqui as últimas semanas têm sido bastante preenchidas. O Pedro fez 6 meses e o Rodrigo fez 3 anos, arranjámos dois armários, cosi bastante, acolhemos uma visita inglesa e organizei a minha primeira festa infantil. Agora vamos de férias de para a praia (esperemos que o tempo seja nosso amigo) e estarei de volta daqui a uma semana. Até breve!
Around here these last few weeks have been filled with happy things. Pedro turned 6 months and Rodrigo is now a 3-year-old, we revamped two cupboards, I sewed a lot, we had an English guest and I threw my very first children’s party. Now we’re going on holidays to the beach (let’s hope the weather is nice) and I’ll be back here next week. See you soon!

(photos: © Constança Cabral)

Oliver + S Bucket Hat

Voltei a fazer um chapéu para o Rodrigo com o molde (gratuito) Reversible Bucket Hat. Este foi o quarto bucket hat que fiz para ele (podem ver as versões para 6 meses aqui e para 1 ano e meio aqui) e tenho a certeza de que não terá sido o último. 
Não sigo as instruções à letra, porque evito coser à mão sempre que consigo arranjar uma alternativa. Neste caso, a alternativa é construir o chapéu como se de um saco se tratasse: fazer o exterior, fazer o forro, colocá-los um dentro do outro, direito com direito, coser a toda a volta deixando uma abertura, virar para o direito e pespontar. Também incluo sempre um elástico — tanto a Nova Zelândia como Portugal são países ventosos (embora o vento na NZ esteja noutro campeonato) e, apesar de o elástico não ser muito bonito, prefiro ver o chapéu na cabeça do Rodrigo do que no chão. É certo que, com a inclusão do elástico, o chapéu deixa de ser reversível, mas dado que fiz o forro igual à parte de fora do chapéu…
Já experimentaram este molde? Dá para adaptar a rapazes e raparigas e funciona sempre. Recomendo-o vivamente!
I’ve made another Reversible Bucket Hat (free pattern) for Rodrigo. It’s the fourth bucket hat I’ve made so far (check out the previous versions at 6 months and 1.5 years old) and I’m sure this one hasn’t been the last.

I don’t follow the instructions to the letter because I avoid hand-sewing whenever I can find a suitable alternative. In this case, the alternative is to construct the hat as if it were a bag: you make the exterior and the lining separately,  sew them right sides together, leaving a small opening, then turn the whole thing through the opening and topstitch all around the brim. I also like to include a piece of elastic, as both New Zealand and Portugal are windy countries (although NZ clearly wins in the wind department). Even though the elastic isn’t exactly pretty, I’d rather see the hat on Rodrigo’s head than on the floor. It’s a fact that the inclusion of the elastic prevents the hat from being reversible but since I used the same fabric on the exterior and on the lining…

Have you ever used this pattern? You can easily adapt it suit to boys and girls alike and it always turns out great. I highly recommend it!
(photos: © Constança Cabral)

Por Aqui :: Around Here

 

 

Por aqui é Verão. Nuns dias está sol, noutros chove, mas está quase sempre quente e húmido. O Rodrigo esteve de férias e fartou-se de brincar, ver livros, ouvir música, cozinhar, cantar e rir. O Pedro continua a crescer bem, sempre com bom feitio. O nosso jardim está ao rubro e temos comido aquilo que não interessa aos pássaros e aos caracóis (ultimamente framboesas, alfaces e ervas aromáticas).
Gosto muito de ir fotografando alguns momentos do nosso dia-a-dia para depois compor estes posts (que depois suplemento com fotografias do Tiago) mas acho que, de vez em quando, tenho de fazer lembrar que estas imagens só mostram parte da realidade. Não vos mostro a desarrumação crónica, as camas por fazer, as birras do Rodrigo, o nosso cansaço, a confusão instalada na minha cabeça. Aquele almoço com o Rodrigo no jardim, por exemplo, foi sol de pouca dura: ele estava a portar-se tão mal que, passados dois minutos, viemos para dentro de casa. Isso não significa que a fotografia seja falsa — aquele momento aconteceu, sim, mas não durou muito tempo.
Porque é que estou a escrever algo tão óbvio? É que, por vezes, há quem não perceba que o meu blog é uma colecção de momentos felizes, que quero guardar para sempre na minha memória e que gosto de partilhar com as pessoas que me acompanham. É uma partilha virtual, é certo, mas não deixa de ser importante para mim. Se vivêssemos em Lisboa, será que mostraria tantas fotografias dos nossos filhos? Acho que não. Mas moramos longíssimo e custa-me não poder partilhar com outras pessoas a infância dos meus filhos.
Também me perguntam como conseguimos fazer tanta coisa com duas crianças pequenas e quase sem ajuda. A resposta é simples: demoramos imenso tempo a fazer o que quer que seja. O corredor de nossa casa foi pintado em quatro fases, que se prolongaram durante ano e meio, e eu ando há cinco meses para escrever um post sobre o assunto. Se eu gostava de voltar a escrever quatro ou cinco vezes por semana no blog? Claro que sim, mas nesta altura é-me impossível porque simplesmente não tenho tempo.
Tenho muitos planos para 2015, sendo que o mais importante — depois do bem-estar da minha família, claro — é contribuir mais para o orçamento familiar. Tenho algumas ideias que espero conseguir pôr em prática, mas adoraria ouvir as vossas sugestões. Que produtos gostariam que eu lançasse? Se tiverem um bocadinho livre, escrevam as vossas sugestões nos comentários ou, melhor ainda, enviem-mas por email. Muito obrigada!
It’s summer around here. Some days it rains, other times the sun shines, but it’s almost always hot and humid. Rodrigo’s school was closed for a few weeks and he enjoyed himself at home: he played, read books, listened to music, cooked, sang and laughed a lot. Pedro keeps on growing and he’s such a happy chap, always in a good mood. Our garden is thriving and we’ve been eating the things birds and snails don’t seem to enjoy too much (lately it’s been raspberries, lettuces and herbs).
 
In order to compose these “around here” posts, I like taking pictures of certain moments in our everyday life and then I supplement them with photos taken by Tiago. However, I feel that, from time to time, I must  remind you that these images are just a part of our reality. I don’t show you the constant state of untidiness, the unmade beds, Rodrigo’s tantrums, our tiredness or the mess that lives inside my head. For instance, that lunch in the garden with Rodrigo only lasted for two minutes: he was behaving so badly that we quickly came back inside. That doesn’t mean that the image is a lie — that moment did happen but it was extremely short-lived.
 
Why am I stating the obvious? Well, sometimes people don’t seem to understand that my blog is a collection of happy moments, moments I want to keep in my memory and moments that I enjoy sharing with others. It’s a virtual kind of sharing, for sure, but it’s sharing nonetheless. Would I post so many pictures of my children if we lived in Lisbon? I don’t think so. But we live incredibly far away from home and I find it hard not being able to share the boys’ childhood with anyone.
 
I’m also asked often how we manage to do so much with two kids and very little help. The answer is simple: it takes us an awfully long time to make anything. Our corridor was painted in four stages over a year and a half and I’ve been wanting to blog about it for five months now. Would I like to go back to blogging four or five times a week? I would, actually, but right know that’s impossible because I simply don’t have the time.
 
I’ve got lots of things planned for 2015 and the most important one — besides taking care of my family — is to contribute more to the family’s finances. I’ve got a few ideas that I’d love to execute but I’d really like to hear your thoughts on this. What would you like me to offer? If you have a minute, write up some suggestions in the comment section below or, even better, shoot me an email. Thank you very much!
(photos: © Constança Cabral)

 

Macaquinho de Verão :: Summer Romper

O Verão finalmente chegou à Nova Zelândia e eu quero aproveitar todos os momentos! A chegada do calor foi a desculpa perfeita para fazer um macaquinho para o Pedro. Apesar de o Pedro ter herdado toda a roupa do Rodrigo e não precisar de muita roupa nova, estou apostada em fazer-lhe algumas peças enquanto ele é bebé, porque agora sei como este primeiro ano passa depressa. Para além disso, sempre que sigo instruções sinto que aprendo alguma coisa, e isso é divertido e útil!
1. O molde
Style 4137, um molde de 1984 que encontrei numa loja de caridade ao pé de minha casa. Procurei referências a esta marca de moldes na internet mas não encontrei nada. As explicações são características dos moldes mais antigos: relativamente sucintas, a assumir conhecimentos prévios e a pedir acabamentos feitos à mão (não há um único pesponto à máquina neste fatinho). A única alteração que fiz foi acrescentar molas entre as pernas, para ser mais fácil mudar a fralda.
2. O tecido 
Um seersucker (crepon) que comprei no Armazém dos Linhos (uma loja de visita obrigatória no Porto: para além de uma enorme variedade de chitas portuguesas, tem muitos tecidos de confecção). Gosto imenso de ver bebés (rapazes e raparigas) vestidos de cinzento-claro, e nem hesitei quando vi este tecido à venda. O plano era fazer uns calções a condizer para o Rodrigo, mas não comprei tecido suficiente…

3. O tamanho
Estes moldes antigos normalmente só têm um tamanho (ao contrário dos moldes modernos, que incluem vários tamanhos num só envelope). Este tamanho é para 6 meses e fica mesmo à medida do Pedro, que acabou de fazer 5 meses.

4. Notas finais
Gosto muito deste modelo absolutamente intemporal e o molde é bastante bom. Como cá estamos no Verão, visto-o por cima de um body branco de mangas curtas ou de uma camisa, ou sem nada por baixo nos dias de muito calor. Se fosse Inverno, podê-lo-ia ter feito num tecido mais quente (uma fazenda fininha ou uma vaiela), para ser vestido por cima de uma camisola e de uns collants.

Summer is finally here and I intent to make the most of it! The arrival of warmer weather was the perfect excuse to whip up a little romper for Pedro. Even though Pedro has inherited all of Rodrigo’s clothes and isn’t in need of much else, I really want to sew a few pieces for him because now I know how quickly the first year goes by. In addition to that, every time I follow a pattern I learn something new, and that’s fun and useful!

1. The pattern
Style 4137, a pattern from 1984 that I found at a local charity shop. I searched online for information regarding this pattern company but found nothing about it. The instructions are typical of this older patterns, in that they are short, assume a lot of prior knowledge and require hand-finishing (there isn’t any topstitching on this romper). The only alteration I made was adding snaps for easier nappy changing.

2. The fabric
Gingham seersucker bought at Armazém dos Linhos (a fabric shop in Porto, Portugal, that mustn’t be missed as it’s full of traditional Portuguese fabrics and a nice selection of dressmaking materials). I love seeing babies (both boys and girls) dressed in light grey so I snapped up this print as soon as I laid eyes on it. The original plan was to make matching shorts for Rodrigo but unfortunately I didn’t buy enough fabric for that…

3. The size
These old patterns usually only come in one size (as opposed to modern sewing patterns that are multisized). This one is for 6 months and it fits Pedro (who’s just turned 5 months) perfectly.

4. Final notes
I love this timeless style for babies and this pattern is great. As it’s summer right now, Pedro will wear it over a white short-sleeved bodysuit or shirt, or — if it gets really hot — with nothing underneath. If it were winter I would have made it in a thicker fabric (either wool or viyella), to be worn over a wool cardigan and a pair of tights. 

(photos: © Constança Cabral)

Mesa de Natal :: Christmas Table

Ontem foi o solstício de Verão aqui no hemisfério sul. Visto que passamos o Natal no Verão, resolvi decorar a nossa mesa em conformidade com a época do ano. Este ano ainda não fomos à praia (tem chovido quase todos os dias) mas, quando em Fevereiro passado estivemos no Coromandel, trouxe um saco cheio de tesouros marinhos já a pensar na decoração do Natal de 2014.
A toalha é um lençol de linho grosso (com um monograma bordado a ponto de cruz encarnado!) que veio de casa do meu avô. No meio da mesa coloquei uma tira de serapilheira: limitei-me a cortar  uma tira com dois palmos no sentido da largura do tecido, e depois desfiei as bordas. Fiz três arranjos com flores, folhas e ervas aromáticas do nosso jardim e, em seguida, distribuí conchas, búzios, pinhas, pedras-pomes, esta espécie de pompons/ouriços de palha (que também encontrei na praia) e mais folhas do jardim. Terminei a decoração com uns quantos guizos de Natal em branco. Por fim, pus a mesa com o nosso serviço bom e com o faqueiro de todos os dias. Mas esqueci-me dos copos…!
Yesterday was Midsummer in the Southern Hemisphere. Since we celebrate Christmas during summertime, I’ve decided to decorate our table in conformity with the season. This year we haven’t been to the beach yet (it’s been raining almost every day) but when we were in the Coromandel in February I collected a bag full of beach treasures, already thinking ahead about Christmas decorations.

The tablecloth is an old linen sheet (with a cross-stitched red monogram!) that I inherited from my  late grandfather. Across the table I placed a table runner I made by simply cutting a strip of hessian (burlap) and unraveling the long edges of the material. I whipped up three small flower arrangements with things I cut from my garden: some flowers, a few seed pods, variegated foliage and a generous amount of rosemary. Then I distributed the maritime elements: shells, conches, pinecones, pumice and these amazing straw pompoms. I added in a bit of foliage to keep things fresh. I brought some Christmas cheer to the table by scattering a few white rattles amongst the beachy objects. Finally I laid the table with my “special” dinner set and our everyday flatware. But I seem to have ignored the glasses…!
(photos: © Constança Cabral)

Tomates de Jardim :: Garden Tomatoes

Apesar de a Nova Zelândia não ser um país quente como Portugal, é bem mais temperado do que o Reino Unido. Chove bastante, o vento é inacreditável, mas felizmente há muitos dias de sol (o sol mais forte que senti na minha vida). Chuva + sol + terra fértil = jardins com muita produtividade!
Há uns anos, quando ainda vivíamos em Inglaterra, escrevi uns posts que intitulei “a saga do tomateiro“… a verdade é tentar cultivar tomates num jardim inglês (sem estufa) é uma verdadeira saga. Aqui na Nova Zelândia basta plantá-los na terra e ir regando. Nem imagino como será em Portugal!
Mais uma vez verifico que vale a pena fazer experiências. Não é preciso ter uma horta a sério para comer fruta e vegetais homegrown — basta um canteiro ou até mesmo uns vasos. Experimentem!
Although New Zealand isn’t as hot as Portugal, it’s much warmer than the UK. It rains quite a lot and the wind is unbelievable but thank goodness there are many sunny days (never before had I felt such a strong sun). Rain + sun + fertile soil = very productive gardens!

Back in 2011, when we were still living in England, I wrote a series of posts that I entitled “the tomato plant saga“… attempting to grow tomatoes in an English garden (with no greenhouse) is a real saga. Here in NZ you just plant and water them. I can’t imagine how it’s like in Portugal!

Once again I realise that it pays to conduct your own little experiments. You don’t need a proper kitchen garden in order to eat homegrown produce — one bed or a few pots will do the trick. Do give it a try!
(photos© Constança Cabral)

Coromandel

Fomos passar uns dias ao Coromandel, uma península no norte da Ilha do Norte. Dormimos numa casinha de madeira no meio do bosque e, apesar do mau tempo (desengane-se quem acha que a NZ é um país quente), ainda deu para ir um bocado à praia.
E por falar em praia, que praia! Sem carros a passar na areia (como é normal na nossa zona), e com algas cor-de-rosa, conchas perfeitas, pompons de palha, búzios com o interior em madrepérola, pinhas e seixos, madeiras desbotadas pelo sol, gaivotas, pedras-pomes, árvores a fazer sombra na areia, gente a apanhar amêijoas para o jantar e o som das cigarras. 
Foram umas férias curtas mas muito felizes.
Last week we went up to the Coromandel, a peninsula in the north of North Island. We slept in a little wooden cabin hidden in the woods and despite the weather (a lot of people seem to be under the impression that NZ is a very hot country… well, it’s not), we managed to spend some time at the beach.

And speaking of the beach… it was wonderful! No cars driving on the sand (a common occurrence in the area where we live) and filled with treasures like pink algae, straw pompons, nacre conches, pinecones and pebbles, sun-bleached driftwood, pumice, the shades of trees on the sand and the sound of cicadas.

They were short holidays, but very happy ones.
(photos© Constança Cabral)

Apanhar Mirtilos :: Picking Blueberries

No fim-de-semana passado fomos apanhar mirtilos a uma daquelas quintas pick-your-own. Havia centenas de arbustos carregados de bagas e teve muita graça ver o Rodrigo a apanhar, comer e atirar mirtilos ao ar. Foi uma manhã muito bem passada!
Nesse dia o Tiago e eu jantámos panquecas de mirtilo e estou a pensar fazer uns batidos e uns quantos frascos de doce. Alguém tem mais sugestões?
Last weekend we went blueberry picking to one of those pick-your-own farms. There were hundreds of bushes laden with berries and it was fun to watch Rodrigo picking, eating and throwing them in the air. It was a morning well-spent!

That day Tiago and I ate blueberry pancakes for dinner and I’m planning on making smoothies and a batch of jam. Have you got any other ideas?
(photos© Constança Cabral)

Entrada :: Hall

 

 

 

 

 

A nossa entrada está a ficar muito composta. Resolvemos pintar o corredor em duas cores: 2/3 em branco e 1/3 num azul-acinzentado (eu queria uma cor mais esverdeada mas não consegui encontrar “aquele” tom). Está a ficar com um ar fresco e moderno, mas simultaneamente clássico qb para uma casa antiga.
Agora falta forrar o sofá de palhinha e fazer uns cortinados para a porta (as correntes de ar deste corredor são inacreditáveis… há frinchas e frestas em todo o lado. Bem dizem que as casas neozelandesas têm grandes problemas em termos de isolamento).
Ainda há muito trabalho pela frente, mas sabemos que vai valer a pena!
Our hallway is coming out very nicely. We’ve decided to paint the corridor in two colours: 2/3 in white and 1/3 in a greyish blue (I was looking for something with a bit more green in it but couldn’t find the perfect shade). It’s turning out quite fresh and modern but at the same time classic enough to suit an old house. 
 
Now we just have to reupholster the cane sofa and sew some curtains for the front door (this corridor is incredibly drafty… there are little gaps and cracks everywhere. I’ve heard that NZ houses have got great insulation issues). 
 
There’s still a lot of work ahead of us but we know it’ll be worth it in the end!
(photos© Constança Cabral)