Curd de Maracujá :: Passion Fruit Curd

Obrigada por todas as sugestões de receitas com maracujás — quem me dera tê-las visto mais cedo! Mas para o ano já sei. Experimentei fazer curd de maracujá conforme esta receita — não ficou mau, mas poderia ter ficado melhor (acho que o problema foi eu não ter usado todas as sementes… segui o conselho do Tiago, que não foi tão sensato como habitualmente). Tenho de experimentar a receita da Nigella (que nunca nos deixa ficar mal, não é verdade?). 
Tenho comprado uma série de frascos antigos nas lojas de caridade aqui da zona. Visto que muitos deles não têm tampas, tapei-os com celofane como se fazia antigamente. E não é que resulta? 
(uma pequena chamada de atenção: como o curd leva ovos, tem de ser guardado no frigorífico e não na despensa) 
Thank you for all your suggestions regarding the use of passion fruit  — I just wish I saw them sooner! Next year then. I made passion fruit curd using this recipe — but it didn’t turn out as good as I wished (I think the problem was that I left out most of the seeds. Why? Because Tiago told me so). Next time I’ll use Nigella’s recipe (she never lets us down, does she?).

I’ve been buying a lot of old jars from local charity shops, I just can’t resist them. Since many of them haven’t got any lids, I used the time-honoured method of closing them with cellophane — and it works!

(quick note: because the curd has got eggs in it, it should be stored in the fridge, not the pantry)

(photo: Tiago Cabral)

8 thoughts on “Curd de Maracujá :: Passion Fruit Curd

  1. panelasemdepressao says:

    Olá Constança
    Nunca pensei fazer cur com maracujá. Na minha cabeça é com limões! Curiosamente foi a minha última postagem e baseei-me numa receita do Nigel Slater com “atalhos”. Na verdade resultou muito bem e já não existe maneira de comprovar 🙂
    Abraço
    Guida

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  2. {entreter os dias} says:

    Aqui está um doce que nunca tive tentada a fazer. Pode ser que um dia destes tente.
    Adoro as fotografias tiradas na casa nova são mais castanhas e continuam carregadas de cor.
    Parabéns aos dois e beijos de cá

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  3. Sara C. Soares says:

    Já tinha na minha agenda fazer lemon curd este fim-de-semana, pela primeira vez… tenho que aproveitar uma cesta de limões, já que o tempo ainda não convida a uma limonada fresquinha… vamos ver se corre bem! 🙂

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  4. aNaTureza says:

    Olá Constança,

    sigo o teu blogue já há algum tempo e acho tudo fantástico o que aqui postas. Sente-se o carinho com que constróis o teu caminho…seja qual for a direcção. Grata por partilhares tanto de ti e pela maneira como o fazes <3!

    Não gostaria de postar aqui um comentário que desconstrua esse caminho e a calma deste blogue, mas antes colaborar para que se tenha conhecimento de uma realidade à qual todos contribuímos com o nosso desconhecimento na matéria e cada vez que nada fazemos para a contrariar.

    Assim como a Austrália, a Nova Zelândia produz muita lã. Nesse país habitam cerca de 40 milhões de ovelhas que marcam essa linda paisagem. E como quem não sabe, é como quem não vê, apreciamos o ambiente bucólico e aparentemente sereno do que vemos mas não sabemos.

    E o que não sabemos, é que todas estas ovelhas de lã, recebem um tratamento desumano e que lhes produz imenso sofrimento e que se chama “mulesing”, que se traduz em remover a pele toda à volta dos genitais e corte da cauda, feito sem anestesia, provocando assim grandes cicatrizes em uma nova pele onde não nascerá lã. Esta prática reduz (mas não elimina)a incidência de ataques de moscas.

    E o que faz com que tudo isto aconteça, poderia dizer que são estas indústrias com a nossa ajuda, pois se nos limitássemos a vestir-nos apenas e não consumir excessivamente este produto (lã), nada disto aconteceria. Esta prática é patente em todas estas criações.

    Peço desculpa por estar a falar nisto, mas acho demasiado importante que todos saibam em que consiste a lã que usamos, pensando que não há nada de mal por detrás disto. Afinal é um produto natural e “bio” como estas indústrias tanto gostam de o publicitar.

    Deixo aqui vários links para saberem do que se trata e tb se quiserem mesmo saber e se se preocupam e gostam de animais, deverão mesmo saber e partilhar. Não se trata de humanizar os animais, pois sofrimento e dor existe na maioria das espécies que habitam o planeta, tal como nós.

    As ovelhas são seres extremamente sensíveis, sencientes, sociáveis e afáveis que reconhecem os rostos das pessoas e entre elas.

    http://www.animalsaustralia.org/issues/mulesing.php

    http://www.peta.org/issues/animals-used-for-clothing/mulesing.aspx

    http://www.youtube.com/watch?v=NiJdZxi1Kd4

    Não me levem a mal, mas preocupo-me com o sofrimento alheio e muito mais com o que ninguém sabe e vê.

    Viva a Vida! 🙂

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