Produtividade Zero :: Zero Productivity

 

 

 

Expliquem-me como é que uma pessoa consegue trabalhar com uma pilha atómica destas à solta… (e nem me falem no parque — é uma gritaria sempre que o ponho lá dentro!)
Just tell me how one can work with such an inquisitive little man around… ( and don’t even mention the word playpen — he screams whenever I put him in there!) 
(photos: Constança Cabral)

39 thoughts on “Produtividade Zero :: Zero Productivity

  1. Maria Filomena says:

    Constança,
    são energia pura….
    não há nada a fazer, a não ser ficar de olho para que não aprontem nada contra a segurança deles mesmos….
    O seu filho é lindo…e com muita saúde, e isso reflete-se no ser curioso e não querer ficar no cercadinho…

    abraços de Maria Filomena

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  2. Maria Byrne says:

    comparto a tua dúvida. Eu geralmente deixava-o à solta pela casa, tens é que ter a casa à prova de crianças!! Exploram e tornam-se independentes!

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  3. Rosalie Schlüpfer says:

    this i also always asked myself. how can other mothers sew with a baby? the problem will increase. in some weeks, he wants to touch your sewing machine, change the settings…
    the only alternative is sewing when the baby is sleeping. or a baby sewing machine. good luck!

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  4. As Cores do Arco-Íris says:

    Acontecia-me precisamente o mesmo…As consequências de o deixar explorar/brincar no meio dos tecidos, fitas e afins é que eles passam a gostar disso também. Atenção aos objetos afiados, botões e peças pequenas temos de estar sempre de olho 😉 Ainda hoje o meu Rodrigo com 4 anos adora tudo o que faço, eu até brinco e digo que ele vai ser ourives, porque adora pedrarias, brilhantes ou botões com pedras brilhantes, mas ele diz-me que quer ser 'Doutor'! 🙂

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  5. Maria Paula says:

    Eh a vida, caríssima! Mas essa fase passa tão rápido que vc já já estará sentindo falta!!!
    Ah, nao pense que a sua produtividade foi zero noooon, vc o produziu, agora esta a colher os frutos, em forma de deliciosas travessuras!!!!
    Beijos milll, a Bonecadepano!!!

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  6. catarina santos says:

    Olá Constança:

    Sou seguidora há muito tempo, mas este é o primeiro post, exactamente por me ter identificado com essa situação. Também trabalhei em casa com os meus pequenos, deixá-los explorar em segurança é uma hipótese, mas não nos permite fazer mais nada, outra solução que eu encontrei e que foi óptimo e que permite eles estarem junto de nós e que conseguimos fazer alguma coisa por mais de 10m seguidos. Foi uma parque fixo da Pré Natal, envio imagens link que encontei na net, é óptimo, pode ficar fixo ou balançar, não serve de andarilho, não gosto de andarilhos, eles brincam e os meus adoraram, e tb o parque da imaginarium que tb envio um link referência.
    Este último parece não resultar, mas resulta.
    Ah,é verdade, tb comprei um parque, daqueles tradicionais, mas está novo, nunca quiseram… e eu entendo..
    Na altura tb publiquei no meu antigo blog sobre o tema de mães que trabalham na companhia dos filhos:
    http://designeco.blogspot.pt/2009/05/hanna-dahl.html

    Espero ter ajudado!

    http://demaeparamae.pt/vendo/produto/143420-tipo-parque-pre-natal
    http://www.imaginarium.pt/59459/ecommerce_12/59459/341

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  7. Inês says:

    Pois… a minha mãe costuma dizer-me “Quem tem filhos tem cadilhos”.
    Mas, como somos todas super-mulheres, acabamos por descobrir uma forma para tudo funcionar!

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  8. trapos a voar says:

    Pois, a tendência é para ficar mais complicado…e acredita que se por algum motivo eles perdem a energia e sossegam, nós ficamos aflitas porque podem estar a chocar uma febre, uma virose, e não queremos isso! O Rodrigo está a começar a explorar o mundo! Divirtam-se!!

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  9. maria says:

    Constança, como eu te entendo – o meu filho é mais velho um do que o teu e ainda não gatinha, mas corre a minha cama de uma ponta à outro num ápice a rebolar. Também trabalho em casa (desde que nasceu) e pouco faço: só quando dorme ou está entretido a ver o Baby First.O pior está para vir 8quando começar a quere a andar, ui, ui, minhas riscas costas (já passei por isso da minha filha). Coragem e bom trabalho. Beijinhos para vocês.

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  10. Sewing Sophia says:

    Olá Constança! Pois é…o meu bébé tem 7 mesinhos e eu tenho exactamente o mesmo problema. Dou por mim muitas vezes a pensar como as outras mães conseguem ter tempo para coser e fazer as tarefas de casa. Cada vez menos tenho tempo para essas coisas e para ser sincera, apesar de eu saber de antemão que ia ser assim, ás vezes chego ao fim do dia estafada e ocasionalmente frustrada. se calhar não devia dizer isto, mas é assim que por vezes me sinto. Se por um lado é maravilhoso ve-lo crescer e não perder nen um minuto das suas descobertas, por outro é esgotante a constante atenção que precisam. Mas como diz a minha sogra : é a vida!

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  11. Ana Seixas says:

    Olá Constança,

    sei bem o que é isso e a dobrar (eu tenho gémeas 😛
    Nessa altura não fazia nada, sentava no chão e brincava com elas! Só conseguia fazer qualquer coisa quando estavam a dormir e tinha que aproveitar para tratar da casa, fazer almoço, passar a ferro, etc. Crafts nem vê-los durante os dois primeiros anos. Quando começam a andar torna-se mais complicado. Mas tudo melhora quando entram para a pré-escola. Ai, sim passamos a ter umas horinhas só para nós e para o nosso trabalho.
    Aproveita bem que esse tempo passa depressa : )

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  12. Mada says:

    Embora evidentemente impliquem vigilância e atenção por parte de um adulto, há maneiras de ajudar os pequenos a explorar o mundo e ao mesmo tempo permitirem um pouco de espaço para respirar…
    Nas pedagogias Waldorf, Montessori, Reggio Emilia podem encontrar-se muitos desses recursos.
    Um exemplo de actividades dos 6 aos 18 meses: http://www.theimaginationtree.com/2012/06/baby-play-ideas-and-activities-6-18.html – a página também tem muitíssima informação e actividades para crianças mais crescidas. Com o meu filhote uso muitos dos recursos e ideias disponíveis on-line. Há muitos blogs de pessoas que generosamente partilham o seu dia-a-dia como família que usa alguns elementos das pedagogias que referi e ajudam os novatos a conseguir um pouco de estrutura e equilíbrio ao mesmo tempo que acompanham o crescimento (a vários níveis) dos seus pequenos.
    Agora, uma coisa é certa, por mais independente que seja ou que se torne uma criança, é bom sentir que tem atenção exclusiva para além dos momentos em que os pais possam estar ocupados com outras tarefas e só lhe vão acompanhando e não interactuando a 100%…

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  13. Paula_2700 milhas says:

    Eu sei que é cansativo, mas acredita quando deres por ti, este tempo já passou e vai deixar saudades. E os pequenitos são assim, salvo raras excepções, quando estão quietinhos e calados é mau sinal: ou estão doentes ou a tramar alguma =) Respira fundo e aproveita! O teu bebé é tão fofo (e fotogénico)!

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  14. Alexandra says:

    também sei o que é isso. Ainda punha o meu filho no parque e ele até nem se queixava mas tinha pena de o deixar assim sozinho…às vezes tinha mesmo que ser…Agora com 2 anos continua igual, bem…agora é ainda mais difícil porque, corre pela casa sem parar um segundo. Raramente consigo fazer alguma coisa durante muito tempo enquanto ele está acordado. Mas…continua a ser maravilhoso. Que mais posso dizer? Aproveita Constança, como todos dizem, “eles crescem que é um piscar de olhos…” ,)

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  15. VSC says:

    Haha, welcome to the life of crafty mums! I guess I haven't sewn since my little sun was born: when he's asleep, the noise of the sewing machine would scare him and wake him up! So no chance : )

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  16. Teresa Lucas says:

    E repetindo o que já muita gente deve ter dito: SÓ VAI PIORAAAAAAR!!!
    O meu gatinhou pouco tempo, fez agora 17 meses e não pára um segundo! Explora tudo, que traduzindo é: fica tudo fora do lugar!!!
    Vá-se habituando! Adeus casa arrumadinha 🙂

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  17. Anonymous says:

    Olá Constança!

    Ainda não tinha tido a coragem de dizer nada quanto à vossa partida para a Nova Zelândia. Meio em choque, meio deslumbrada, ainda não me tinha situado. Independentemente disso sei que vos desejo o melhor.

    O Rodrigo está um amor. Verdadeiramente um encanto, irrequieto (segundo a mãe), tal como convém a uma criança feliz (digo eu).

    A Mafalda sempre foi muito agitada e continua a sê-lo. Nunca pus a hipótese de ter um parque, até porque ela nem do próprio berço gostava… Saiu dele muito antes do recomendado para uma cama de corpo e meio… Foi o descanso para ela e para nós. Qualquer lugar mais confinado era uma ameaça à sua liberdade…

    Tentar fazer alguma coisa com eles tão pequenos é difícil, mas com o tempo vais poder encarregá-lo de pequenas tarefas (como o enchimento).

    Beijos para vocês, muitas felicidades e desejos de muitas e boas traquinices para o Rodrigo.

    Sandra Serra

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  18. aNa says:

    Sei bem o que isso é!!! :)*
    Lá em casa “sofro” do mesmo. Parque nem vê-lo!…e anda por todo o lado..agora so quer estar em pé!!… 🙂
    Uns amores!!… :)*
    BJU

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