the Seventies

Sempre gostei de escrever cartas. O papel em si, o envelope, o selo (detesto aquelas vinhetas autocolantes), a caneta, o estado de espírito, tudo isso sempre me encantou. Uma carta não se escreve à pressa e continuo a escrever aos amigos que estão no estrangeiro ou mesmo àqueles que vivem na mesma cidade que eu. Não há nada como abrir a caixa do correio e, entre tantas contas, encontrar uma carta amiga.


I’ve always loved writing letters. The paper,the envelope, the stamp (I hate those electronic self-adhesive stamps), the pen, the state of mind, all of that has always charmed me. One does not write a letter in a rush and I keep writting to friends that live abroad and to those who live in my hometown. Nothing compares to opening the mail box and, amongst bills, finding a friendly letter.

Este post é uma ode ao papel de carta. Estes exemplares que mostro aqui são dos anos 70 e pertenceram à minha mãe. São completamente datados, kitch qb, e acho-lhes muita graça. Guardo-os para ocasiões especiais!

This post is an ode to stationery. These ones I show here are from the 70’s and used to belong to my mother. They are totally dated and somewhat kitch and I’m fond of them. I save them for special occasions!

2 thoughts on “the Seventies

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